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Da série “Carnaval de rua do Rio - Personagens” dirigido por Candé Salles.

Neste captítulo da série, o filme mostra como as pessoas colocaram o nome dos seus blocos, relatam fatos curiosos e mostram alguns dos personagens mais folclóricos daqueles carnavais.


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Da série “Carnaval de rua do Rio - Origem” dirigido por Candé Salles.

O “origem” foi feito para apresentar como a tradição do carnaval no Rio surgiu e como hoje leva mais de 3 milhões de pessoas.

Grandes nomes do samba dão o seu depoimento sobre a origem deste grande movimento popular. Bira Presidente, Marcelo D2, Arlindo Cruz, Cezinha Nogueira, Mariozinho Lago e outros.

Os carnavais de rua todos são de graça. Sem a necessidade de pagar abadá. Basta ter disposição, alegria e samba no pé!

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Da série “Carnaval de rua do Rio - Sons do carnaval de rua” dirigido por Candé Salles.

A raiz é o samba, partido-alto e o pagode, mas com a abertura da vida sócio-política do país nos anos 80, o Monobloco introduziu todo tipo de som na festa, do rock e pop a outros ritmos brasileiros e lançou a onda de escolas de percussão, que têm crédito no revival da festa de rua.

Por Candé Salles 

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O coração bate como o samba. Por Bira Presidente

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Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara e Nilze Carvalho interpretando a belíssima música ACREDITAR.

Bela mistura de gerações do samba… Salve! Salve!

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Clara Nunes - Juízo Final.

Música lançada em 1975 no LP “Claridade”. Este álbum  se tornou o maior sucesso da sua carreira, batendo o recorde de vendagem feminina e alavancando o samba da Portela.

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O samba é uma instituição

Entrevista retirada do site ClickNotícias

Quando Nelson foi sargento?

Nelson: Eu servi o exército de 1945 a 1949 como voluntário. Tinha 20 anos. Foi o tempo de subir de patente. Fui soldado, cabo e sargento. A Segunda Guerra terminou em maio e eu me alistei em agosto. Hoje eu não sou aposentado, sou reservista não remunerado.


O senhor pinta o samba ou samba o que pinta?

Um ajuda o outro. A maioria dos sambistas é pintor; o Caimmy e Guilherme de Brito, por exemplo. Músico e pintor estão relativamente próximos. Gosto de pintar o morro, a favela a baiana. A arte é uma só. A forma em que a gente a desenvolve é que é diferente.


E o cinema?

Na primeira vez que eu participei de um filme foi numa curta metragem de Estêvão Pantoja, “Nelson Sargento da Mangueira”, que conta um pouco da minha trajetória no samba, e eu interpretei eu mesmo. Depois fiz a roda de samba no “Orfeu de Carnaval” do Cacá Diegues e o “Primeiro Dia” do Walter Salles.


Qual é o lugar do samba dentro da música popular brasileira hoje?

A música que caracteriza o País é o samba. O samba é a música popular do Brasil. Então tem que estar sempre em destaque. Isso não impede a existência de outros ritmos como o samba pagode, o samba bossa, o samba hip hop, porque todo mundo inventa mas ninguém cria. O samba é uma instituição. Por isso que ninguém tira o nome samba.


Ainda existe samba de terreiro nas quadras das escolas de samba?

Não há muito tempo. Hoje todo mundo faz samba enredo. Um ano faz para o Salgueiro, outro ano para a Portela. Se você perguntar para alguém o samba enredo de três anos atrás, ele não lembra.


Por que isso acontece?

Hoje o samba no desfile precisa ser longo. Tem que dar tempo de cinco mil pessoas passarem. Outro motivo é o acúmulo de poder nas mãos dos carnavalescos. Ele faz tudo e decide tudo. Não tem mais aquilo do samba enredo ser uma produção da comunidade.

Existe uma intelectualização no samba das escolas?

Não. O samba é intelectual. Não aquele intelectual de diploma superior ou coisa do tipo. Muita gente como eu, que só tem o segundo ano do ginásio, compõe coisas lindíssimas. O que existe é uma mudança de cultura. Não diria se isso é ruim ou bom, mas é diferente. No carnaval não tem mais a vedete da comunidade. Mesmo se tiver uma mulata linda no morro, quem desfila em destaque é uma artista.


O samba hoje, agoniza mas não morre?

Não, não morre. Pode ficar diferente mas não vai morrer. E ainda tem muita gente fazendo um bom samba.


A sociedade brasileira e as gravadoras reconhecem o samba?

Em um país de 170 milhões de habitantes, um Zeca Pagodinho e Jorge Aragão que vendem 500 mil, um milhão de cópias já não são grande coisa. Mas, e os outros sambistas? Não se valoriza o aspecto cultural do samba, o samba do morro, de terreiro.

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Mais um genioso vídeo dos originais do samba! Viver é recordar…

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Na entrevista exclusiva ao SaraivaConteúdo, o cantor Zeca Pagodinho fala da escolha do repertório de seu novo disco - “Vida da minha vida” - que traz participações de grandes nomes do samba como Alcione, Velha Guarda da Portela, Nelson Sargento e Velha Guarda do Império Serrano.

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Entrevista de João Nogueira à TV Cultura. Showwwwww!

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Parabéns a Noel Rosa, Cartola, Beth Carvalho, Nelson Sargento, Bezerra da Silva, Monarco, Paulinho da Viola, Nélson do Cavaquinho, dona Ivone de Lara e a todos os outros! #diadosamba

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Parte de um documentário sobre a vida de Cartola. Ainda estou atrás dele na íntegra, mas vale a pena ver esse trecho. Muito bom!

Reencontro emocionado de Cartola com seu pai após 40 anos sem se falar…
Cartola atende ao pedido do seu velho… e que pedido!!!

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Entrevista com Diogo Nogueira para o Inside. Ele fala sobre a influência de seus pais, os sambistas João Nogueira e Angela Maria Nogueira.

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Um time de mestres subiu ao palco do Canecão, no Rio de Janeiro, na noite de 11 de agosto de 2009 para saudar sua rainha. Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Délcio Carvalho, Bruno Castro, o primo Mestre Fuleiro e a Velha Guarda do Império Serrano emocionaram o público e sua diva na comemoração dos seus 62 anos de carreira. Essa grande festa foi o show “Canto da Rainha” que virou o primeiro DVD de Dona Ivone Lara em seus 88 anos, e CD.

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O Projeto

O tempo passa, as idéias se perdem, se misturam, se confundem e hoje mal se sabe onde foi parar a identidade do mais autêntico dos ritmos brasileiros.

O grupo Leão de Lata resolveu abrir o baú e discutir o assunto. Com muito samba do bom e convidados especiais.

Vamos homenagear todo mês um grande artista do samba, relembrando suas principais composições. E o primeiro mês é todo de homenagens a um dos maiores mestres da música brasileira: Adoniran Barbosa.

Música

A roda de samba começa com a animação do Grupo Bem Bolado.

Na seqüência, o Leão de Lata começa a série de homenagens, acompanhado de um monstro sagrado. Um militante do samba paulista que já tocou com praticamente todos os maiores nomes da música brasileira, dentre eles o próprio Adoniran. Um ícone internacionalmente reconhecido: Osvaldinho da Cuíca.

Como todo bom samba não tem hora pra acabar, na sequência vem o pessoal do Chinelo de Saci. Uma reunião de músicos de renome da noite paulista e seu grande repertório de samba e partido alto.

Arte

Na entrada, o ilustrador Jon Suguiyama e o grafiteiro Nick Alive emprestam o seu talento num enorme painel comemorativo.

Pelos corredores da casa uma exposição organizada por Yumi Shimada e pelo Jon. Eles reuniram novos artistas, expoentes do cenário brasileiro de design e ilustração, fazendo suas leituras sobre o samba de raíz, sua época, seus costumes e suas cores. Os artistas convidados foram: Lelê Paes, Nick Alive, Felipe Rocha, Eco Moliterno, Carmelo di Lorenzo, Danilo Gusmão, Rafael Dante, Bruno Fuji, Daniel Coronel, Vital Lordelo, Jun ikeya, Rômolo, Nã, Henry Kage e o Estúdio Baleia com Jeng ho, Bruno Pugens, Rafael Carozzi, Felipe Lekich e Pedro Paz. Vale pesquisar e conhecer mais sobre o trabalho de cada um deles.